quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

tudo o que falo

ninguém entende

então escrevo

comunico com o dedo

e entendem me as folhas

o papel que fizeram as árvores

a natureza também me entende

consigo paz interior

ao de um rio

quando oiço um pássaro

sorrio

este mundo bárbaro

não traz nada

que eu possa compreender

e como pode o mundo me entender

se não entendo ele

viajo no meu pensamento

faço da vida um tormento

e quando paro

quando aprecio a pura beleza

da minha mãe natureza

ai é que me deparo

comigo mesma

acendo um cigarro

e contemplo a vida

que se torna assim compreendida

por ela

a natureza

que acompanha o que escrevo

acompanha a mim

aprecio um trevo

porque eu sou assim

vivo da sorte

e do ruim

que a natureza

da escrita me dá

nada de pensar

apreciar

e cagar no mundo

esse buraco sem fundo

onde me estou a atrapalhar

muito sinceramente

não sou crente

cada passo cada dia

é uma etapa

porque não acredito k dure muito mais

15:29

5 Fevereiro 2009

deveria estar em outro blog separado pk nao sinto k seja o mesmo pedaço de mim a escrever isto, axo k o outro pedaço fugiu

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