estou a pensar fazer um diário de sonhos, não sei acho k seria engraçado escrever sobre aquilo k eu não vivi realmente mas enquanto sonhava o sentia, uma outra forma de descrever sentimentos mas não desta k tenho feito não na hora dos sentimentos para os poder viver por completo e avalia los só depois descreve los , será boa ideia?
*aqui sim aceito comentarios. hehehe!
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
deos, fode cmg?
sábado, 17 de janeiro de 2009
«buracos»
na verdade buracos é o nome do exercício k me foi apresentado numa aula da disciplina de português há dois anos atrás. o que apresento aqui é a forma como o exercitei... mas primeiro vai a explicação do exercício:
Eis um texto composto de nove frases. mas para cada uma, só é dada a primeira palavra. completa, pois, estas frases, acrescentando uma ou várias orações.(vou por em tamanho maior as palavras dadas pelo exercicio)
O silencio é o som que não se oouve quande se vive em agonia, tristeza, e, solidão. Mas, tambem um paraiso de tudo e de nada onde tudo tem uma cor em comum quando a casa não se vê, não se sente porque não existe, apenas o nada me acompanha. Prudente, tento ser, para quê? Não tenho nada a perder. Contudo, resta a sociedade nas suas civilizações, barulho, luzes, casas por todo o lado. Horror! Horror é o que chamo à civilizãção. Furiosamente penso porque não moramos todos em casas feitas em árvores. Porquê?. A aventura para eles é visitar florestas. Acabrunhado acaba por ficar quem se aventura no meio destas civilizaçoes.
ai está ele um pouco confuso mas foi uma forma de no meu exercicio demonstrar o meu ódio pela chamada paisagem cinzenta e os «homens robots » k sao o k a sociedade ker e sao assim a sociedade.
Eis um texto composto de nove frases. mas para cada uma, só é dada a primeira palavra. completa, pois, estas frases, acrescentando uma ou várias orações.(vou por em tamanho maior as palavras dadas pelo exercicio)
O silencio é o som que não se oouve quande se vive em agonia, tristeza, e, solidão. Mas, tambem um paraiso de tudo e de nada onde tudo tem uma cor em comum quando a casa não se vê, não se sente porque não existe, apenas o nada me acompanha. Prudente, tento ser, para quê? Não tenho nada a perder. Contudo, resta a sociedade nas suas civilizações, barulho, luzes, casas por todo o lado. Horror! Horror é o que chamo à civilizãção. Furiosamente penso porque não moramos todos em casas feitas em árvores. Porquê?. A aventura para eles é visitar florestas. Acabrunhado acaba por ficar quem se aventura no meio destas civilizaçoes.
ai está ele um pouco confuso mas foi uma forma de no meu exercicio demonstrar o meu ódio pela chamada paisagem cinzenta e os «homens robots » k sao o k a sociedade ker e sao assim a sociedade.
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