Vai,
Leva meu coração
Mas deixa-me em paz
Não vês esta dura
E persistente realidade
Que é capaz
De imortalidade
Já o matas-te,
Sem coração
Fiquei
Sangue impuro
Não me importa
Dá para viver
E que se feche a porta
Se estou morta
Para ti
Viverei para mim
Vês,estou aqui
E serei assim
Morta para todos
Que desejam meu fim
Morta de coração
Morta de sangue
A escorrer
Na escuridão
Da estupidez
Que me matou
Agora é minha a vez
Assassina sou
Porque a angustia
Me obrigou
E mais do que te amei
Amo me agora
Não insistas
Apenas vai te embora.
12-dez-2007
0:27
domingo, 16 de dezembro de 2007
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
estrela
Fui olhando para o céu
à procura de uma estrela
não encontrei estrela nem céu
onde estará ela?
pergunto eu
porque não apareces,
amor meu?
mas eu sei quem dia
te vou abraçar
numa maravilhosa magia
que jamais poderá acabar...
à procura de uma estrela
não encontrei estrela nem céu
onde estará ela?
pergunto eu
porque não apareces,
amor meu?
mas eu sei quem dia
te vou abraçar
numa maravilhosa magia
que jamais poderá acabar...
domingo, 9 de dezembro de 2007
perdi!
que faço eu aqui?
que procuro eu?
se a felicidade não existe,
se tudo parece tão escuro
até as pedras choram,
tudo foge!
mas nada escapa
aos fortes ventos
que percorrem o mundo
de um lado para o outro
como um triste vagabundo
à procura como eu
de um poder
que não é o seu
mas que se vê lá no fundo
a sorrir;
a dizer que está tudo bem!
julgando-se o mestre
do aqui e do além.
está lá atrás
e ás vezes diz:
«procura a paz,
não faças o que eu fiz!»
e o poder continua a dizer
aquilo que faço e não devo fazer,
aquilo que digo e não devo dizer,
a vida que tenho e não queria ter.
o poder correu,
conseguiu que ouvisse o clamor
e começou a gritar:
«tu podes ser melhor!»
mas eu não quis ouvir,
pensei que estava a alucinar.
e em vez de sorrir,
continuei a matar
aquilo que
nem sabia que existia
pensava que era mentira
o que o poder me dizia:
«anda para a frente,
não olhes para trás.»
e eu andei para trás,
sem olhar para a frente.
quando cheguei ao início
já não havia nada,
apenas eu
sozinha e desesperada.
então descobri
que não era alucinação,
o poder era a minha voz,
a pedir reconciliação
e eu recusei
a minha vida, o meu poder
e só agora sei
o que tinha de fazer!
tinha que Amar,
dançar e cantar,
sentir e viver
aquilo que não fiz
e por isso estou a perder...
foi escrito em 2005, define muito a minha forma de estar e ser
perante os outros, sou sempre triste, pois sinto sempre k estou a perder...
que procuro eu?
se a felicidade não existe,
se tudo parece tão escuro
até as pedras choram,
tudo foge!
mas nada escapa
aos fortes ventos
que percorrem o mundo
de um lado para o outro
como um triste vagabundo
à procura como eu
de um poder
que não é o seu
mas que se vê lá no fundo
a sorrir;
a dizer que está tudo bem!
julgando-se o mestre
do aqui e do além.
está lá atrás
e ás vezes diz:
«procura a paz,
não faças o que eu fiz!»
e o poder continua a dizer
aquilo que faço e não devo fazer,
aquilo que digo e não devo dizer,
a vida que tenho e não queria ter.
o poder correu,
conseguiu que ouvisse o clamor
e começou a gritar:
«tu podes ser melhor!»
mas eu não quis ouvir,
pensei que estava a alucinar.
e em vez de sorrir,
continuei a matar
aquilo que
nem sabia que existia
pensava que era mentira
o que o poder me dizia:
«anda para a frente,
não olhes para trás.»
e eu andei para trás,
sem olhar para a frente.
quando cheguei ao início
já não havia nada,
apenas eu
sozinha e desesperada.
então descobri
que não era alucinação,
o poder era a minha voz,

a pedir reconciliação
e eu recusei
a minha vida, o meu poder
e só agora sei
o que tinha de fazer!
tinha que Amar,
dançar e cantar,
sentir e viver
aquilo que não fiz
e por isso estou a perder...
foi escrito em 2005, define muito a minha forma de estar e ser
perante os outros, sou sempre triste, pois sinto sempre k estou a perder...
sinto, o quê?
eu sei lá o que sinto!
Não sei onde está meu coração
Nem sequer persinto
Uma única ilusão
Talvez, não sei...
Talvez não encontre mais,
Talvez não seja meu destino
ter alegrias tais.
Ou será que existem
mesmo ao pé de mim,
e minhas tristezas persistem
em continuar o meu fim?
E cegam-me de raiva.
não vejo a ilusão
quero algo bom
dentro do meu coração...
será que sim,
será que não?
porque nao encontro resposta
para tal indecisão?
set 2005
nao sei k momento foi este mas a inspiração nao estava a melhor
Não sei onde está meu coração
Nem sequer persinto
Uma única ilusão
Talvez, não sei...
Talvez não encontre mais,
Talvez não seja meu destino
ter alegrias tais.
Ou será que existem
mesmo ao pé de mim,
e minhas tristezas persistem
em continuar o meu fim?
E cegam-me de raiva.
não vejo a ilusão
quero algo bom
dentro do meu coração...
será que sim,
será que não?
porque nao encontro resposta
para tal indecisão?
set 2005
nao sei k momento foi este mas a inspiração nao estava a melhor
Traz-me...
Quem me traz?
Será a brisa?
Não,
A brisa não pode ser
A brisa não me faz nada
Nem sequer me deixa mexer
Apenas quando mais bruta
Me faz tremer
Nem me deixa pensar
Muito menos avançar
Então o que será?
As estrelas
Que me dão sonhos
E aqueles falsos momentos
Mais risonhos de ilusão
Que vão ocupando ao coração?
Não,
Isso também não me leva a lado nenhum
A gente sonha, sonha
E não chega a lado algum.
E a lua,
É ela?
Que me faz pensar
Quando a olho pela janela?
Mas não me faz agir…
Dou comigo a sorrir
Rindo me de mim
Vendo meus sonhos a partir
Para longe
Para o infinito dessa lua
Onde eu não estou
Estou na terra
E estou em lado algum
Ninguém me traz?
Pessoas, coisas
Deus, Diabo…
E continuo no meu mundo macabro
Ninguém,
Ninguém me traz?
Nem eu sou capaz
De trazer nada para mim
Estou no meu fim
Tentou um rapaz
Mas não, não há quem,
Não há razão,
Não há esperança
Não há ilusão
Só a vida encaixada
Na morte alcançada
Porque desesperada sou
Estou, e permaneço
Não sei até quando
Mas enquanto me aqueço
Nestas mantas
Descobrindo que,
Arrefeço com a brisa
Iludo-me com a lua
E sonho com as estrelas
Não encontro
Quem me traga
Para cá….da dor
E apague a mágoa,
O terror
De não saber o que é amor
6 de Novembro 2007
23:23h
Será a brisa?
Não,
A brisa não pode ser
A brisa não me faz nada
Nem sequer me deixa mexer
Apenas quando mais bruta
Me faz tremer
Nem me deixa pensar
Muito menos avançar
Então o que será?
As estrelas
Que me dão sonhos
E aqueles falsos momentos
Mais risonhos de ilusão
Que vão ocupando ao coração?
Não,
Isso também não me leva a lado nenhum
A gente sonha, sonha
E não chega a lado algum.
E a lua,
É ela?
Que me faz pensar
Quando a olho pela janela?
Mas não me faz agir…
Dou comigo a sorrir
Rindo me de mim
Vendo meus sonhos a partir
Para longe
Para o infinito dessa lua
Onde eu não estou
Estou na terra
E estou em lado algum
Ninguém me traz?
Pessoas, coisas
Deus, Diabo…
E continuo no meu mundo macabro
Ninguém,
Ninguém me traz?
Nem eu sou capaz
De trazer nada para mim
Estou no meu fim
Tentou um rapaz
Mas não, não há quem,
Não há razão,
Não há esperança
Não há ilusão
Só a vida encaixada
Na morte alcançada
Porque desesperada sou
Estou, e permaneço
Não sei até quando
Mas enquanto me aqueço
Nestas mantas
Descobrindo que,
Arrefeço com a brisa
Iludo-me com a lua
E sonho com as estrelas
Não encontro
Quem me traga
Para cá….da dor
E apague a mágoa,
O terror
De não saber o que é amor
6 de Novembro 2007
23:23h
saudade do Corvo...
De ti:
Sinto saudade,
Espero te
Toda uma eternidade.
Mas nada mais sinto de ti
Porque a saudade não deixa
Estás longe…
Há algo que já senti
Por ti,
Algo enorme
Como a saudade
Que sinto agora,
Mas o destino
Quis assim
E tu tambem.
Ate posso fazer o pino
Que importãncia têm?
Não ves
E sentes tanto ou
Menos que eu.
Porque se estás longe de mim
Eu longe de ti estou
Aquela noite
Não aconteceu
Por culpa minha,
Por ter medo
Que a saudade
Me doesse ainda mais
Do que dói hoje.
Ah..Tristezas tais…
O amor nos foge
E eu continuo aos pardais,
Enquanto te desejo- Corvo.
Mas não te procuro,
Porque se te procuro demasiado
Sinto me um estorvo,
Ainda me sinto mais inutil
E já me chega a saudade
Para meu sentimento fútil.
22:57
23 nov 2007
Sinto saudade,
Espero te
Toda uma eternidade.
Mas nada mais sinto de ti
Porque a saudade não deixa
Estás longe…
Há algo que já senti
Por ti,
Algo enorme
Como a saudade
Que sinto agora,
Mas o destino
Quis assim
E tu tambem.
Ate posso fazer o pino
Que importãncia têm?
Não ves
E sentes tanto ou
Menos que eu.
Porque se estás longe de mim
Eu longe de ti estou
Aquela noite
Não aconteceu
Por culpa minha,
Por ter medo
Que a saudade
Me doesse ainda mais
Do que dói hoje.
Ah..Tristezas tais…
O amor nos foge
E eu continuo aos pardais,
Enquanto te desejo- Corvo.
Mas não te procuro,
Porque se te procuro demasiado
Sinto me um estorvo,
Ainda me sinto mais inutil
E já me chega a saudade
Para meu sentimento fútil.
22:57
23 nov 2007
da noite
A noite convida
Eu participo
Dessa illusão
Como que um tipo
De tradição
E torna se comprida
Torna-se
Como uma despedida
Da vida,
Porque o dia
Perde a magia
Do viver, dessa alegria
De nada ter que entender
De tudo apetecer
E eskecer,
Sou apenas uma cria
que acaba de renascer
A cada noite que passa
Sem tempo de aprender
A ir à caça
De formalidades
É um tempo cheio
De espiritualidades
Sem espaço para mais
Nada formal
Porque é feio
É não ser ninguém
E ser os outtros
E as suas maldades
Prefiro ser noite
Com sede de viver
A ser esse dia
que amanha quando acordar
Me voltará a prender.
A tudo k não gosto
Mas que até aposto
Me irá vencer.
8-dezembro 2007
Eu participo
Dessa illusão
Como que um tipo
De tradição
E torna se comprida
Torna-se
Como uma despedida
Da vida,
Porque o dia
Perde a magia
Do viver, dessa alegria
De nada ter que entender
De tudo apetecer
E eskecer,
Sou apenas uma cria
que acaba de renascer
A cada noite que passa
Sem tempo de aprender
A ir à caça
De formalidades
É um tempo cheio
De espiritualidades
Sem espaço para mais
Nada formal
Porque é feio
É não ser ninguém
E ser os outtros
E as suas maldades
Prefiro ser noite
Com sede de viver
A ser esse dia
que amanha quando acordar
Me voltará a prender.
A tudo k não gosto
Mas que até aposto
Me irá vencer.
8-dezembro 2007
Tédio...
o Tédio de estar só
quando numa multidão
sentindo-me pó,
a cair de uma mão.
eu procuro, procuro;
mas com espírito de desistência
Sinto à minha frente um muro,
ao qual não ofereço resistência.
Para quê?
esta vontade do nada,
parece que me vê, agarra,
E me faz estar parada...
em homenagem a Fernando Pessoa esta foi a resposta à proposta de um trabalho pela professora da disciplina de português....já não me lembro da data mas algures por Outubro Novembro de 2006...
quando numa multidão
sentindo-me pó,
a cair de uma mão.
eu procuro, procuro;
mas com espírito de desistência
Sinto à minha frente um muro,
ao qual não ofereço resistência.
Para quê?
esta vontade do nada,
parece que me vê, agarra,
E me faz estar parada...
em homenagem a Fernando Pessoa esta foi a resposta à proposta de um trabalho pela professora da disciplina de português....já não me lembro da data mas algures por Outubro Novembro de 2006...
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